LISTA DE VENDA DO SEXO EM LUANDA LIDERADA POR UNIVERSITÁRIAS


A venda de sexo em Luanda, tornou-se na maior fonte de renda de muitas jovens nas Universidades e institutos superiores da capital angolana, a investigação da Rádio Fundo Preto, descobriu a existência de uma rede de mulheres com idades entre os 18 aos 30 anos, envolvidas com a venda de sexo, vulgarmente apelidadas de o "GAME".



 

Em Luanda, o top 3 das vendedoras de sexo é composta por:

 

1º Universitárias

2º Influencers

3º Empreendedoras (Donas de pequenos negócios)

 

A rede de mulheres usa de vários disfarces para não se assumirem como “prostitutas”, por conta da posição familiar e critica social, revelou uma das fontes desta investigação, que é parte da mesma rede e é estudante de uma das mais conhecidas Universidades do país.


Entre os disfarces para a venda de sexo a relevância vai para as casas de massagens espalhadas por todos os bairros de Luanda, e os serviços de massagens oferecidos ao domicílio.

 

O esquema é prático e bastante rentável para as estudantes que marcam o serviço a hora por meio de agendamento nas redes sociais, com maior incidência para o Whatsapp, Facebook e o Instagram.

 

No nível básico: O cliente puxa, e uma atendente por mensagens ou por chamada de voz, passa as informações do serviço em pacotes, partilha fotografias e combina a hora e o local da “massagem” com direito a sexo, perante confirmação de pagamentos em dinheiro que varia de Kzs15.000.00 a Kzs 60.000.00, por uma ou duas horas.

 

No nível médio, as estudantes universitárias são contratadas pelas casas de massagens, também chamadas de "Spa", local onde apenas aparecem para prestar o serviço e no horário que vai das 10 as 23 horas.

 

A fonte revelou também, que os encontros de negócios em hotéis de luxo têm sido usados para a venda de sexo, que normalmente são oferecidos a grandes empresários, citando os estrangeiros de nacionalidade Portuguesa, Libanesa, Maliana, Nigeriana, Brasileira e Turca, que pagam de Kzs 200.000.00 à Kzs 1.000.000.00 por cada hora ou noite a depender do acordo prévio.  


Uma outra fonte que é influencer digital, revelou a nossa investigação que para disfarçar a prostituição a rede promove eventos onde influenciadoras e patrocinadores acabam em orgias sexuais em troca de dinheiro.


As fontes revelaram que 70% das mulheres que praticam a venda de sexo em Luanda, são estudantes Universitárias ou com relacionamentos oficiais e que vivem uma vida dupla, não fazendo jus a máxima que diz " A mulher de Cesar não basta ser honesta, deve parecê-lo".


JES | REDAÇÃO RÁDIO FP

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