CRISE NO CLUBE 1° D' AGOSTO... GENERAL HENDRICK DEIXA BURACO PROFUNDO E DIFÍCIL DE TAPAR



O anúncio desta Quinta-feira, 21, da retirada da recandidatura à sua própria sucessão na presidência de direccão do clube desportivo 1° D' Agosto, abre espaço para que se aponte o dedo a Carlos Hendrick e se levantem conversas muito mais fervorosas em torno da crise existente no seio do emblema militar, que se especula, não ter hoje ao menos logística alimentar que suporte os atletas e equipa técnica que, chegaram a ter como refeição, arroz branco e peixe frito, como revelou a jornalista desportiva Miriam Jay, em directo na Tv Zimbo.


Salários em atraso, incapacidade para negociar jogadores formados pelo clube, perca de títulos, reputação beliscada na lide do futebol continental africano, em todas as modalidades e conflitos com os adeptos que se mostram agastados com a actual direcção, listam os muitos problemas que o próximo presidente deverá resolver depois da saída do general Carlos Hendrick, que esteve por quase 14 anos no comando dos Rubros Negros.

 


Em conversa com alguns adeptos do clube 1° D'Agosto, estes ao FP manifestaram sua satisfação com o auto afastamento de Carlos Hendrick das eleições de 30 de Março 2024, estes revelaram que a muito tempo existia da parte dos adeptos o pensamento de rompimento com o clube, oque se viria confirmar, caso depois permanecesse a direcção sob comando do general Hendrick, depois das eleições deste mês, tudo porquê os adeptos empurram todas as culpas pelo estado actual de decadência do clube ao então presidente, situação que se agrava pelo facto do clube ter uma dependência de 90% da contribuição dos associados para ter robustez financeira.

 

Os adeptos concordam que o clube vive uma crise profunda que motivo de especulação nos últimos cinco (05) anos entre os amantes do desporto e encontram no abandono da recandidatura do general Carlos Hendrick, oportunidade de mudanças radicais e importantes para que possa voltar a conquistar o lugar entre os maores emblemas do continente africano e uma dessas mudanças pode acontecer com o chegar do fim de décadas da direcção dos generais, caso o Jurista Egas Viegas, da lista A, vença o general Gouveia de Sá Miranda, candidato da lista B.  

 

 JES | EDITOR FP

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